China confirma renovação de licença para o Google no país
by Fabio on Jul.12, 2010, under Google
Anúncio confirma declaração feita pela empresa na sexta-feira.
Segundo o documento, a empresa foi aprovada após ‘realizar melhorias’.
O Ministério da Indústria, Informação e Tecnologia da China informou a renovação da licença para o Google no país, confirmando o anúncio feito pela empresa na sexta-feira.
A Guxiang, empresa que opera as páginas do Google na China, foi incluída na lista de mais de 200 companhias que tiveram suas licenças renovadas. A lista está na página do ministério na Internet.
Segundo o documento, a empresa foi aprovada após "realizar melhorias". O texto não trazia mais detalhes.
No dia 28 de junho, o Google informou que encerraria o direcionamento automático de usuários ao site em Hong Kong, após Pequim manifestar descontentamento com a prática, o que poderia levar o governo chinês a não renovar a licença da empresa como provedora de conteúdo de Internet.
O Google afirmou em seu blog oficial que havia solicitado a renovação da licença. A agência de notícias estatal Xinhua informou depois que a solicitação do Google estaria sendo revisada pelo governo e que os resultados seriam conhecidos em breve.
A China é o maior mercado mundial de Internet por número de usuários. Este é o mais recente desdobramento em uma série de reviravoltas que ocorreram desde que o Google alertou em janeiro que poderia deixar o país asiático por receios quanto à censura e depois de sofrer ataque de hackers chineses, segundo a empresa.
FONTE/AUTOR: Reuters
Google desiste de fabricar celulares e foca em parcerias para o Android
by Fabio on Jul.05, 2010, under Celulares, Google
Em entrevista, Eric Schmidt diz que não haverá um ‘Nexus Two’.
Na última semana, Microsoft também desistiu de linha de celulares Kin.
O Nexus One foi o primeiro telefone celular fabricado pelo Google, e provavelmente será o último. Em entrevista ao jornal britânico "Telegraph", o CEO da empresa de internet, Eric Schmidt afirmou que a fabricação de novos modelos de celulares está fora dos planos da companhia, que continuará a investir no sistema operacional Android, licenciado gratuitamente para outras fabricantes. HTC, Motorola, Samsung e Sony estão entre as fabricantes que vendem telefones com o software do Google.
"A ideia, há cerca de um ano e meio, era fazer o Nexus One para tentar avançar o negócio de plataforma de telefonia celular. Funcionou. Foi um sucesso tão grande que não precisamos criar um novo telefone celular. Liguei para o conselho de diretores e disse: ‘OK, funcionou. Parabéns – e agora vamos parar’. Gosto dessa flexibilidade", afirmou Schmidt.
Vendido apenas pela internet, o Nexus One não atingiu, na verdade, o sucesso esperado pelo Google. Aparelhos disponibilizados por empresas mais tradicionais da área, como o Motorola Milestone, tiveram um impacto maior e conseguiram concorrer diretamente com o iPhone da Apple, principal adversário do Android no mercado de plataformas de aplicativos para telefones móveis.
Nos Estados Unidos, o HTC EVO 4G também assumiu o posto de principal aparelho com Android na operadora Sprint. Na Verizon, o campeão de vendas foi o Droid, nome pelo qual o Milestone é vendido pela Motorola no país. O Galaxy S, da Samsung, e o Xperia X10, da Sony, também tiveram mais sucesso que o Nexus One.
Os resultados, embora marquem um fracasso do Google na venda de hardware, apontam que o caminho mais seguro para a empresa é investir no desenvolvimento do sistema operacional Android. Os celulares saem de fábrica integrados aos serviços Google na internet.
Na última semana, outra gigante da tecnologia também desistiu da fabricação de telefones celulares, focando no desenvolvimento de programas. A Microsoft anunciou o fim do desenvolvimento da linha Kin. A ideia agora é investir em parcerias para o lançamento do sistema operacional Windows Mobile 7.
FONTE/AUTOR: G1
Chrome supera Safari e já é o terceiro navegador mais popular dos EUA
by Fabio on Jun.29, 2010, under Firefox, Google, Internet, Internet Explorer, Navegadores
Browser do Google registra 8,97%, contra 8,88% do da Apple, diz pesquisa.
Globalmente, preferência pelo browser da gigante de internet se mantém.
O Chrome, do Google, ultrapassou pela primeira vez o Safari, da Apple, e já é o terceiro navegador mais popular dos Estados Unidos, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pela empresa de análise da web StatCounter.
De acordo com a pesquisa, o Chrome detém 8,97% do mercado de navegadores nos EUA, contra 8,88% do Safári – que perdeu cerca de 1,5% de diferença que tinha para o Chrome há dois meses.
“Este é um grande golpe para o Google , já que passou de zero para quase 10% do mercado norte-americano em menos de dois anos”, avaliou o diretor executivo da StatCounter, Aodhan Cullen, em comunicado.
“Existe uma batalha real em curso entre Google e Apple no setor de browser (Safari x Chrome), bem como no mercado das comunicações móveis (Android x iPhone)”, completou.
O Internet Explorer, da Microsoft, mantém a liderança, com 52% de participação, seguido pelo Firefox, da Fundação Mozilla, com 28,48% da preferência dos usuários norte-americanos.
Globalmente, o Chrome se mantém confortável na terceira posição, com 9,44%, atrás de Firefox, com pouco mais de 31% da preferência mundial, e do líder IE, com 52,78%.
FONTE/AUTOR: G1
Google deixará de direcionar usuários chineses para site de Hong Kong
by Fabio on Jun.29, 2010, under Google, Internet
Licença do Google para operar no país termina nesta quarta-feira (30).
Mudança de estratégia tenta manter empresa no país.
O Google anunciou nesta segunda-feira (28) que mudará de estratégia na China, deixando de redirecionar seus internautas para o site de Hong Kong, como vinha fazendo desde o início do ano para "driblar" a censura de Pequim.
Na ocasião, a decisão foi reforçada em virtude de a China alegar que poderia sofrer um ataque cibernético da companhia americana, passando a impor uma série de filtros aos usuários chineses do site de buscas. A mudança repentina na estratégia do Google deve-se à advertência da China que ameaçou cassar a licença da empresa em seu país, classificando a estratégia como "inaceitável". A licença do Google para operar no país termina nesta quarta-feira (30).
Em resposta à ameaça chinesa feita nesta segunda, o Google disse que em poucos dias terminará com o redirecionamento dos serviços. Em vez disso, quem visitar o site Google.cn poderá clicar num ícone que o levará a uma nova versão do Google.com.hk. No novo site, o usuário terá acesso a alguns serviços como busca de produtos e tradutor, os quais estão livres de censura.
O Google espera que com as alterações sua licença para operar no país seja renovada. "As mudanças estão em sintonia com o governo chinês e esperamos que nossa licença seja renovada", disse David Drummond, Chefe do escritório legal do Google. Apesar disso, a China não confirmou se aceitará a mudança. As informações são da Dow Jones.
FONTE/AUTOR: Agência Estado
Google elimina gradativamente uso interno do Windows, diz jornal
by Fabio on Jun.02, 2010, under Google, Microsoft, Windows
De Londres, o Google está descontinuando o uso interno do sistema operacional Windows, da Microsoft, por precauções de segurança após um incidente com hackers, informou o Financial Times nesta terça-feira.
Citando diversos funcionários, o jornal afirmou que a decisão de migrar para outro sistema operacional, incluindo o Mac OS da Apple ou o Linux, começou a ser cogitada em janeiro depois que as operações do Google na China foram atacadas por hackers.
A empresa de segurança em Internet McAfee disse na época que os ataques ao Google e outros negócios exploravam uma falha desconhecida no browser Internet Explorer da Microsoft, que era vulnerável em todas as versões recentes do Windows.
Segundo o jornal, um funcionário do Google disse que "não estamos mais usando o Windows. É um esforço de segurança". Outro funcionário afirmou: "Obter uma nova máquina com Windows requer agora uma autorização do CIO (diretor de informação)".
O Google afirmou em comunicado: "Estamos sempre trabalhando para melhorar a eficácia em nossos negócios, mas não comentamos nossas questões operacionais específicas".
O Google, que já oferece email, web e outros produtos de software que concorrem com os oferecidos pela Microsoft, está desenvolvendo seu próprio sistema operacional com base no navegador Chrome, que será voltado inicialmente a netbooks ou PCs de baixo custo.
O Windows da Microsoft é usado em cerca de nove a cada 10 computadores pessoais no mundo.
FONTE/AUTOR: Reuters
Google, concorrente da Skype? Ainda não. Pelo menos por enquanto
by Fabio on May.28, 2010, under Google, IP Voice, Skype
Compra de empresa especializada em codecs, anunciada em 18/5, levanta questões sobre os reais interesses da Google no campo de voz sobre IP.
A aquisição recente, pela Google, da Global IP Solutions (GIPS) tem levado observadores a esperar por um possível confronto entre os serviços Google Voice e Skype, mais popular serviço de Voz sobre IP (VoIP) que, além de ser oferecido praticamente de graça, inclui recursos de vídeo e teleconferência. Mas a Skype não deveria se preocupar no curto prazo.
A verdade pode ser simplesmente que a Google promove tecnologias que a fazem avançar em seus interesses reais – tornar os recursos mais simples, para que as pessoas usem mais a internet. “Eles vendem conteúdo”, diz Diane Myers, analista da Infonetics. “Eles querem servir seu conteúdo em múltiplas plataformas, especialmente a móvel.”
A empresa formou uma impressionante cadeia de serviços, acabados ou em teste, que encorajam o uso da internet. Mas não montou um serviço coeso que se compare ao Skype e seus serviços de voz e vídeo entre pares (peer to peer) que se integram às redes de telefonia pública, tanto fixas como de celular.
Android
A entrada da Google no suporte a várias formas de comunicação baseia-se em seu sistema operacional móvel Android, que encoraja o envio de mensagens SMS, navegação na web, uso de câmeras fotográficas e de vídeo e o desenvolvimento de aplicações independentes. Ela também se estende ao e-mail, com o serviço gratuito Gmail; colaboração na web, com o Wave; e até serviços de banda larga por fibra óptica, com um plano para entregar serviços de gigabit Ethernet para mercados limitados.
A compra da GIPS dá a Google codecs de áudio e vídeo bastante respeitados, que codificam esse tipo de tráfego para redes IP, ajustando-a para atrasos, falhas e baixa largura de banda. Mas isso em si não significa que a Google esteja pronta para competir diretamente com os provedores de serviço de voz, diz Myers. “A GIPS é uma provedora de tecnologia que colabora com a manipulação de mídia rica, mas nos bastidores”, diz.
A GIPS tem uma lista impressionante de clientes, como Cisco, Yahoo, America Online, e IBM/Lotus, que usam sua tecnologia em seus serviços de voz ou teleconferência. Mas a tecnologia da GIPS é um componente de serviços maiores, de acordo com outra cliente da GIPS, a alemã Goober Networks, que oferece VoIP, videoconferência, bate-papo e colaboração.
“Eu não vejo a Google como concorrente”, diz Peter Uhlich, CEO da Goober. “A concorrente real em VoIP é a Skype.” De fato, ele diz que vê a Google mais como um potncial parceiro que poderia estender os serviços da Goober.
Concorrente viável
A combinação dos serviços da Goober com os recursos financeiros e o tino de marketing da Google poderia tornar a Google uma concorrente viável ao Skype, diz. “A única razão pela qual não assustamos a Skype é que somos pequenos”, diz Uhlich.
Mesmo com o cofre cheio da Google e sua tendência a influenciar mercados – tal como fez ao assegurar acesso aberto ao espectro sem fio vendido em 2008 pela Comissão Federal de Comunicações dos EUA -, a empresa poderia decidir pela necessidade de desenvolver seus próprios serviços de voz e vídeo, diz Tom Nolle, presidente da CIMI Corp.
“Em vista de todos esses anúncios feitos no campo da comunicação de voz, parece provável que eles planejam ou entrar no mercado de VoIP, para competir com a Skype, ou pelo menos oferecer suas próprias ferramentas e serviços de colaboração”, diz Nolle em um blog, “competindo com algumas empresas de conferência web como Cisco (WebEx) e Citrix (GoToMeeting)”.
O poderio financeiro da Google poderá no mínimo influenciar que serviços as operadoras de telecom estabelecidas poderiam oferecer à medida que formulam suas estratégias, diz. “Qualquer movimento terá reverberações no mercado, mas obviamente uma entrada direta da Google em VoIP, integrado com seu serviço Google Voice, poderia representar uma grande mudança no jogo, num momento em que as operadoras elaboram seus próprios planos de voz de próxima geração”, justifica Nolle.
FONTE/AUTOR: Tim Greene para Network World/EUA publicado na IDG Now!
Três opções para sair do sério em suas buscas no Google
by Fabio on May.28, 2010, under Google
Aí está uma das páginas mais visitadas na internet diariamente, mas ao mesmo tempo tão sem graça. Permita-se perder um pouco de tempo, e talvez até "aplicar uma peça naquele seu amigo", e conheça duas versões diferentes da página inicial do Google. Obviamente, não são versões oficiais, mas podem entreter seu cérebro por alguns minutos.
Clique e confira – não vamos contar o resultado para não estragar possíveis surpresas.
FONTE/AUTOR: GigaBlog
Windows Mobile despenca e é superado pela primeira vez pelo Android
by Fabio on May.19, 2010, under Android, Celulares, Google, Microsoft, Windows Mobile
Sistema da Microsoft caiu de 10,2% de participação no mercado para 6,8%; software do Google saltou de 1,6% para 9,6%.
O instituto de pesquisas Gartner divulgou dados sobre o primeiro trimestre no mercado de smartphones que mostram que o sistema da Microsoft foi atropelado pelo Android e pelo iPhone. Os sistemas do Google e da Apple ampliaram suas participações de mercado de 1,6% para 9,6% e de 10,5% para 15,4%, respectivamente.
Já os aparelhos com Windows Mobile viram seu market share cair de 10,2% para 6,8%, com 3,7 milhões de unidades. A chegada de celulares com Windows Phone 7 não aconteceu a tempo de melhorar esse cenário.
Os aparelhos com Symbian (sistema utilizados por smartphones de baixo custo da Nokia) lideram, com 24,1 milhões de unidades comercializadas (contra 17,8 milhões registrados há um ano). Apesar disso, a plataforma não cresce no mesmo ritmo dos competidores. Tanto que sua participação de mercado caiu de 48,8% para 44,3%.
Os celulares inteligentes da RIM (Research in Motion), fabricante do BlackBerry ,ficam em segundo, mas também com queda no market share, de 20,6% para 19,4%. Apesar disso, com 10,5 milhões de unidades, a empresa aparece como o quarto maior fabricante de telefones móveis do mundo.
De acordo com o instituto, Android e iPhone OS foram os grandes vencedores no primeiro trimestre de 2010 no mercado de smartphones. Foi o período mais forte da Apple já registrado, com vendas para usuários domésticos crescendo 112,2%, com 8,3 milhões de unidades vendidas.
Já o Android viu suas vendas na América do Norte subirem nada menos que 707%, em relação ao mesmo período do ano passado, com 5,2 milhões de unidades vendidas. Vale lembrar que quando você parte de um número pequeno, porcentagens com três dígitos são mais fáceis de atingir.
FONTE/AUTOR: IDG News
Carros do Google capturaram dados de redes wireless desprotegidas
by Renato on May.17, 2010, under Google, Software
Veículos do serviço Street View registraram informações de redes sem fio.
Google Brasil não informou se ‘engano’ também ocorreu no país.

O Google reconheceu, em seu blog oficial, que os carros usados no serviço Street View capturaram dados de redes sem fio desprotegidas por senhas.
No comunicado publicado na sexta-feira (14) em nome de Alan Eustace, vice-presidente de Engenharia e Pesquisa do Google, a empresa afirma que a coleta ocorreu por “um engano”. Em abril, a empresa havia negado a captura de informações.
“Em 2006, um engenheiro que trabalhava em um projeto experimental de Wi-Fi escreveu um código que exibia todas as categorias de dados de transmissão sem fio. Um ano depois, quando nossa equipe móvel começou o projeto para coletar dados básicos de redes Wi-Fi com o uso dos carros do Street View, eles incluíram esse código no software – embora os gerentes do projeto não quisessem isso e não tivessem intenção de usar esses dados”, explicou o executivo.
A companhia teria descoberto o erro depois de uma auditoria nos dados Wi-Fi do Street View em uma investigação solicitada por autoridades alemãs. O Google afirmou que contratará uma empresa para uma nova auditoria a fim de rever o software usado na coleta, como funcionava e quais dados foram recolhidos – além de garantir que os dados sejam apagados. A empresa prometeu ainda “rever os procedimentos internos” para previnir problemas como esse no futuro.
O Google Brasil não divulgou nenhuma informação adicional sobre o caso. Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da empresa não soube informar se os carros que capturam imagens do serviço no país – em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro – também coletaram informações das redes.
Fonte: G1
Empresa apresenta netbook Android por US$ 99
by Fabio on May.14, 2010, under Android, Google, PCs e Notebooks
A Cherrypal anunciou o lançamento de um netbook de baixo custo baseado no sistema operacional Android. O "Cherrypal Asia" custará apenas US$ 99 (cerca de R$ 176) na versão com tela de 7 polegadas, ou US$ 148 (cerca de R$ 263) na versão com tela de 10.1 polegadas widescreen.
O hardware é modesto, baseado em um processador VIA ARM9 de 533 MHz, 256 MB de RAM, 2 GB de memória flash e 3 portas USB 2.0. A tela tem resolução de 800 × 480 pixels. O modelo de 10.1 polegadas tem, além da tela e resolução (1280 × 600 pixels) maiores, uma webcam de 1.3 MP integrada.
Parece pouco, mas é basicamente o mesmo hardware de smartphones Android já no mercado como o Motorola DEXT. Lembrem-se de que o Android é leve, e não precisa de um processador de 2 GHz e 3 GB de RAM só para abrir meia dúzia de sites.
O propósito do Cherrypal Asia é servir como um "portal" para acesso à internet, e-mail e redes sociais, em um formato familiar e com teclado de verdade. Não é um substituto para um notebook tradicional, mas dependendo do usuário pode ser uma alternativa mais barata a um netbook.
O Cherrypal Asia substitui o modelo anterior do Cherrypal Africa, outro netbook de baixo custo que era baseado em Linux (vale lembrar que o próprio Android é um Linux "tunado" para funcionar em celulares). Além do lançamento do Asia, o Africa também foi atualizado e agora roda Windows CE.
FONTE/AUTOR: Geek
O Google vai mudar; veja as diferenças
by Renato on May.06, 2010, under Buscador, Google, Internet, Navegadores
Barra lateral organiza os resultados das pesquisas.
Algoritmo de buscas teve mais de 550 melhorias ao longo de 2009.
A partir desta quinta-feira (6) e até o início da outra semana, o serviço de buscas do Google mudará seu visual e apresentará mais possibilidades de pesquisas para os usuários. As novidades começam pelo logotipo da empresa, mais simplificado, e se estendem à novas opções para encontrar quase tudo o que se deseja no site.
A mudança é fruto de atualização no algoritmo da empresa , que teve mais de 550 melhorias ao longo de 2009. A ideia com a novidade é oferecer diferentes formas de se realizar uma busca no mesmo lugar. Para isso, haverá uma barra na lateral esquerda da tela que oferecerá outras opções para encontrar algo relacionado à busca. Na opção “Tudo”, o usuário terá acesso a tudo o que for encontrado na internet. A mesma palavra pode ser procurada ao se clicar na opção imagens, vídeos, livros, notícias, blogs, atualizações, mapas e discussões, que serão apresentadas na mesma página.
Google muda para organizar as buscas dos usuários. Barra lateral é a novidade. (Foto: Divulgação)
A busca por imagens apresenta traz um refinamento ainda maior. Ao buscar um sapato de uma determinada marca, é possível pedir por fotos apenas com modelos da cor vermelha, por exemplo. Também pode-se solicitar, no caso da procura de imagens de uma personalidade, que as fotos relacionadas sejam apenas do rosto da pessoa. Ainda pode-se solicitar que a imagem seja um clipart ou um desenho feito à mão.
O usuário pode solicitar que o Google apresente notícias relacionadas ao que ele procura. Elas podem ser filtradas por mais recentes ou por dia, semana e mês. O algoritmo ainda mostrará o que está acontecendo em tempo real, inclusive no Twitter, como já acontece atualmente. Um gráfico mostra a quantidade de buscas sobre o tema ocorreram nas últimas horas. Acessar sites de compras ou pesquisar sobre livros seguem o mesmo padrão.
A pesquisa por imagens do Google permite até que se escolha as fotos pela cor. (Foto: Divulgação)
Ao pé da barra lateral haverá uma seção chamada “Something different” ou “algo diferente”, em tradução literal. Ela mostrará opções de pesquisa diferentes relacionadas ao mesmo tema que o usuário procura. No caso de pesquisar sobre a banda Rolling Stones, como ocorreu na demonstração do serviço, esta seção apresenta outras bandas do mesmo gênero musical como Led Zeppelin e Pink Floyd. O usuário precisa apenas clicar no nome delas para iniciar uma nova pesquisa. Em um primeiro momento, esta opção estará disponível apenas em inglês.
Inicialmente, as novidades estarão presentes em 37 línguas, incluindo o português brasileiro, facilitando o uso do site.
Fonte: G1
Google anuncia seu primeiro investimento direto em energia verde
by Fabio on May.04, 2010, under Energia Verde, Google
Empresa põe US$ 38,8 milhões em duas plantas de geração de energia eólica construídas em região central dos EUA, capazes de produzir 169,5 MW.
A Google anunciou nesta segunda-feira (3/5), em seu blog, um investimento de 38,8 milhões de dólares em duas plantas de geração de energia eólica nos Estados Unidos.
Segundo explicou o gerente de operações de negócios verdes da Google, Rick Needham, no blog, trata-se do primeiro investimento direto da empresa em um projeto de energia renovável em escala comercial.
As plantas foram construídas pela NextEra Energy Resources no Estado da Dakota do Norte e podem gerar 169,5 megawatts – suficientes, segundo a Google, para fornecer energia elétrica a 55 mil residências.
Em fevereiro, a subsidiária Google Energy recebeuaprovação de órgão regulador dos EUA para comprar e vender eletricidade no mercado atacadista. Na quinta-feira (29/4), o chefe de energia verde da empresa, Bill Weihl, disse que a empresa não quer se tornar comerciante de energia e sim gerenciar os próprios contratos de fornecimento.
FONTE/AUTOR: IDG Now!
‘Cliques’ do Google terão auditoria
by Fabio on Apr.19, 2010, under Google, Internet, Ministério Público
Justiça de São Paulo determina que perito verifique se valor cobrado por publicidade no site corresponde à realidade
SÃO PAULO – O juiz Luís Fernando Cirillo, da 31.ª Vara Cível de São Paulo, determinou a realização de auditoria no serviço de links pagos – os chamados AdWords – do site de buscas Google Brasil. A decisão, tomada com base em uma ação movida pela agência de publicidade digital Hotlist Web Marketing Ltda., atinge o ramo mais lucrativo do Google, responsável por 97% do faturamento de US$ 23,6 bilhões registrado em 2009.
O litígio entre a Hotlist e o Google teve início em 2007. À época, a agência reconhecia dívida de R$ 2,2 milhões com o site por cliques feitos nos links de seus clientes. Ainda assim, se recusava a quitar os débitos, sob a alegação de que o Google “envia como fato gerador das notas fiscais (…) números de cliques arbitrariamente lançados e o valor correspondente a ser pago, sem permitir que seja feita qualquer verificação de sua exatidão”.
No decorrer da ação, o advogado José Maria Trepat Cases, que defende a agência, obteve liminar que proibia o Google de inserir o nome da Hotlist nos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. O advogado pede ainda o pagamento de comissão de 20% sobre as faturas para a agência, como prevê o contrato com o site e normas que regulamentam a publicidade no País.
“Essa decisão é inédita no mundo e representa um duro golpe para o Google”, diz Cases. “Para que se faça essa auditoria, será preciso que a empresa dê acesso ao código fonte do site. É mais ou menos como pedir a fórmula da Coca-cola.”
O Google chegou a recorrer da decisão – o argumento era de que a auditoria representava “quebra de segredo de negócio” –, mas não teve sucesso. No entendimento do juiz, a perícia não traz prejuízos ao site, uma vez que todas as informações e dados que serão auditados estão, segundo próprio Google, à disposição dos anunciantes.
Além disso, escreveu o juiz, o site “não pode se furtar ao risco que decorre do fato de aceitar as parcerias”. O analista de sistemas Francisco Banchieri Junior foi nomeado para auditar os cliques. A perícia contábil, que vai apurar o exato valor da dívida da agência com o site, ficará a cargo de Valdir de Souza José. Embora a auditoria se restrinja aos links de anunciantes intermediados pela Hotlist, a medida desperta o interesse de todo o mercado de publicidade digital pelos eventuais efeitos que um resultado “inesperado” pode gerar.
Outro lado. Procurada na segunda-feira, 12, a assessoria de imprensa do Google informou que o site ainda não tinha sido notificado oficialmente da decisão e, portanto, não tinha subsídios suficientes para manifestar-se publicamente sobre o assunto.
FONTE/AUTOR: Bruno Tavares, de O Estado de S. Paulo
Como a Google vê o futuro?
by Renato on Apr.19, 2010, under Banda Larga, Celulares, Google, Impressão, Internet, Navegadores, Software, Telefonia
Comecem a se preparar para uma nova geração serviços digitais ainda mais úteis e simples, que serão criados a partir do maior poder de armazenamento e de processamento, da banda larga e da facilidade de acesso, principalmente diante dos avanços da mobilidade, que vêm potencializando o uso da internet. Em síntese, foi esse o recado da Google aos jornalistas latino-americanos, essa semana, durante a terceira edição do Google Press Summit, encerrada ontem, em Buenos Aires.
Ao contrário edições das anteriores, sempre coroadas por grandes anúncios _ em 2009 houve a apresentação antecipada do Google Wave _ esta deixou a desejar no quesito notícias. Um lançamento na área de buscas, previsto para sexta-feira, 16/04, foi adiado por algumas semanas. Talvez por conta da reação de Wall Street aos resultados do primeiro trimestre, anunciados na véspera… O que os googlers negam, categoricamente. “Anúncios, aqui, são totalmente determinados pela área de engenharia. Não pelo marketing. Nem pelos acionistas”, me garantiu um deles, em off.
Mas felizmente, mantendo a tradição de eventos anteriores, o que faltou em notícias sobre lançamentos recentes (o Android no ano passado; e o Google Could Print este ano), sobrou em revelações sobre tentências tecnológicas e sobre recursos que vamos poder usar nos próximos meses ou anos.
Buscas
Ben Gomes, um dos oito Distinguished Engineers da Google (categoria com liberdade para fazer o que der na telha), foi o arauto das boas novas na área de buscas. Caberia a ele anunciar o tal lançamento, adiado, e sobre o qual não deu muitas pistas. Em compensação, não economizou em visões do futuro (clique nas imagens desta página para ter acesso aos vídeos).
Melhorar as buscas a partir de textos, voz e imagens, tornando todas as formas de busca muito simples e ágeis, é a meta da Google.
No curto prazo isso se traduz, para as buscas a partir de texto, em novos recursos para o Google Suggest. Alguns deles já disponíveis a partir de hoje, apenas para os Estados Unidos, como a sugestão de palavras por região metropolitana, tornando-a bem mais local. Quem busca por bart em São Francisco, por exemplo, pode não estar procurando por Bart Simpson, mas provavelmente por Bay Area Rapid Transit. E também a correção ortográfica para nomes próprios. Já a correção ortográfica automática para palavras em geral está disponível desde hoje para mais 31 países, incluindo o Brasil. No caso de palavras usadas com grande frequência para buscas, direto da caixa de entrada. No caso das mais incomuns, como inconstitucionalissimamente, através da inscrição “Você quis dizer: inconstitucionalissimamente” como primeira opção dos resultados da busca. São todos recursos que também facilitarão o uso do Google Suggest em celulares.
Os resultados em tempo real para as buscas de textos também estão sendo incrementados, dia após dia. Desde esta semana já é possível ver como as pessoas reagiram a um determinado tema no Twitter. Para experimentar esse recurso, vá para o site da ferramenta de busca em inglês, clique no link “Show Options” que aparece na na página de resultados de pesquisa e selecione a opção “Updates” no menu lateral. Você verá um novo gráfico no topo da página, será capaz de ajustar o intervalo de tempo dos tweets que gostaria de ver, a partir de de 11 de fevereiro de 2010 e, em breve, a partir do primeiro dia do serviço, em 21 de março de 2006.
No médio prazo, as buscas a partir de texto serão ainda mais sensíveis ao contexto. E as sugestões não serão apenas de termos de buscas com grafia devidamente corrigida, mas também de informações. A busca por uma cidade, por exemplo, poderá trazer ainda durante a digitação do nome da cidade na caixa de buscas a previsão do tempo, no dia, e o mapa da cidade.
Outras ideias para melhorar a experiência de pesquisa por texto, especialmente nos celulares, já estão em teste. É o caso das opções para uso de atalhos de teclado para selecionar o próximo resultado ou o resultado anterior, abrir um resultado selecionado, levar ou retirar o cursor para a na caixa de pesquisa, etc.
Já as possibilidades de buscas usando a voz estão apenas no início, segundo Ben. E combinadas com a possibilidade de geolocalização, através do endereço IP do aparelho, poderão gerar resultados rápidos, georreferenciados, para localização de restaurantes, pontos comerciais, bancos, pontos turísticos, etc. O mesmo acontecerá com buscas a partir da imagens, muito semelhante ao que acontece hoje com aplicações de realidade aumentada, mas de forma bem mais simples. O primeiro passo nesse sentido já foi dado, com o Google Goggles, disponível hoje para celulares Android.
Assim como a busca por voz, o Google Square, para dados estruturados, também está apenas no seu início. Pode mudar completamente nos próximos anos, segundo Ben.
“Queremos que o usuário tenha acesso a todas as informações e que elas sejam encontradas imediatamente, assim que estiverem disponíveis. E queremos que esse acesso seja da forma mais relevante”, afirma Ben.
Vídeo
O YouTube é outro dos serviços da Google que passará por mudanças para facilitar a produção de vídeos por parte dos usuários e sua visualização na tela das TVs. Para isso a empresa vem estreitando relações com fornecedores de hardware.
Produtores de câmeras digitais e fabricantes de aparelhos móveis como a Nokia e a Motorola, são algumas empresas que já trabalham com a equipe da Google no uso das APIs do Youtube para upload de vídeo. “A ideia é fazer algo semelhante com o que fizemos com o iPhone, com aplicativos embarcados não só para visualização como para upload direto do vídeo para o YouTube”, disse Francisco Varela, gerente de Parcerias Estratégicas para YouTube. No iPhone 3GS, esse envio direto para o Youtube já é possível.
Da mesma forma, o pessoal da Google vem trabalhando com os fabricantes de chips para conversores e televisores, para melhorar a experiência do usuário na visualização de conteúdos disponíveis no YouTube. “Flash requer um poder de processamento bem maior do que esses chips são capazes de fazer hoje. Por isso, precisamos otimizar o Youtube para rodar processadores atuais, enquanto eles trabalham em produtos mais poderosos”, explica Varela. Parte desta otimização pode ser vista deste o ano passado no portal youtube.com/XL, já disponível a partir de aparelhos da LG, Samsung, Sony, Philips e Panasonic, entre outras.
Publicidade nos vídeos vistos nos celulares é outra das metas para 2010. A Google espera que, com isso, um número maior de vídeo possa estar disponível a partir das plataformas móveis. Outra novidade prevista para este ano é o lançamento de uma nova versão, chamada Pluna, para países com conexão internet de baixa velocidade
Fonte Idgnow
Google se mexe para permitir impressões a partir da nuvem
by Renato on Apr.16, 2010, under Banda Larga, Eletrônicos, Google, Impressão, Internet, Navegadores
O Google deu a entender o seu desejo de colocar tudo — inclusive a impressão — na nuvem quando anunciou o Chrome OS no ano passado. Hoje eles deram o primeiro passo para isso com o Google Cloud Print: uma visão do ecossistema de impressão da web, mobile e desktop sem drivers. Você seria capaz de imprimir um documento a partir de qualquer aparelho conectado, usando qualquer impressora do mundo.

É um projeto que está em seu início, mas o Google já anunciou APIs para dar início à coisa. E não é nenhuma visão tão exagerada, dada a capacidade do Google de operar na nuvem. A maior questão seria o porquê deles sentirem a necessidade de fazer isso, quando a maior parte das vezes que você vai sentir necessidade de imprimir alguma coisa vai ser na sua própria casa. Junte a isso as tradicionais questões de privacidade envolvidas sempre que algo pessoal seu passa pelos servidores de outra empresa sem necessidade e o resultado é um truque de festa interessante, mas sem muita utilidade aparente. Mas veremos quanto a isso quando o projeto estiver melhor desenvolvido
Fonte Gizmodo Por Brian Barrett


