Navegadores
Versão ‘pré-beta’ do Firefox 4 está disponível na internet
by Fabio on Jul.01, 2010, under Firefox, Navegadores
”Candidate build’ foi liberada sem alarde nesta terça-feira (29), revelou blog.
Fundação Mozilla, no entanto, informou que lançamento ainda não é oficial.
A Fundação Mozilla liberou sem alarde a versão “candidate build” do seu navegador Firefox 4.0 Beta 1 na manhã desta terça-feira (29), informou o blog “ConceivablyTech”. Não foi publicada nenhuma nota oficial sobre a liberação, mas é possível encontrar na web o link que direciona o usuário para o download do ‘candidate build’.
Como ainda é uma versão “pré-beta” está longe de ser um browser estável. Ainda de acordo com o blog, a Mozilla entrou em contato com a equipe do “ConceivablyTech” para ressaltar que a versão não é um lançamento oficial, e sim apenas uma compilação em fase interna de testes.
FONTE/AUTOR: G1
Chrome supera Safari e já é o terceiro navegador mais popular dos EUA
by Fabio on Jun.29, 2010, under Firefox, Google, Internet, Internet Explorer, Navegadores
Browser do Google registra 8,97%, contra 8,88% do da Apple, diz pesquisa.
Globalmente, preferência pelo browser da gigante de internet se mantém.
O Chrome, do Google, ultrapassou pela primeira vez o Safari, da Apple, e já é o terceiro navegador mais popular dos Estados Unidos, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pela empresa de análise da web StatCounter.
De acordo com a pesquisa, o Chrome detém 8,97% do mercado de navegadores nos EUA, contra 8,88% do Safári – que perdeu cerca de 1,5% de diferença que tinha para o Chrome há dois meses.
“Este é um grande golpe para o Google , já que passou de zero para quase 10% do mercado norte-americano em menos de dois anos”, avaliou o diretor executivo da StatCounter, Aodhan Cullen, em comunicado.
“Existe uma batalha real em curso entre Google e Apple no setor de browser (Safari x Chrome), bem como no mercado das comunicações móveis (Android x iPhone)”, completou.
O Internet Explorer, da Microsoft, mantém a liderança, com 52% de participação, seguido pelo Firefox, da Fundação Mozilla, com 28,48% da preferência dos usuários norte-americanos.
Globalmente, o Chrome se mantém confortável na terceira posição, com 9,44%, atrás de Firefox, com pouco mais de 31% da preferência mundial, e do líder IE, com 52,78%.
FONTE/AUTOR: G1
Chrome, Firefox, Safari ou IE? Como anda a disputa dos navegadores!
by Fabio on Jun.02, 2010, under Internet, Navegadores
Qualquer décimo a mais é comemorado como a chegada à lua. Qualquer ponto a menos é justificado como estratégia.
“O Internet Explorer ganhou uma fatia mais farta na web norte-americana no mês passado; seus concorrentes diretos Chrome e Firefox perderam terreno.” Essa foi a declaração da Microsoft, embasada em dados fornecidos pela empresa de mensuração no cyberespaço, a Net Applications.
“Trata-se de um mercado incrivelmente disputado, o que é muito saudável”, afirma o diretor de estratégias de plataformas da Microsoft, Ryan Gavin. De qualquer forma, o executivo reforça a perspectiva de perda de terreno por parte do Chrome nos EUA.
De acordo com os dados colhidos (não acessíveis ao público em geral) pela Net Applications, somadas todas versões disponíveis do IE, houve um crescimento de 0.76% na participação do browser na web norte-americana, o que resulta em um share de 63,27% do total registrado em maio. Na contramão, os navegadores Firefox (Mozilla) e Chrome (Google) embolsaram quedas de 0,24 e 0,45 pontos, cada, respectivamente. Em participação geral, o Firefox ficou com 20,38% e o Chrome com 4,35% de utilização no mesmo período (IPs norte-americanos).
A Net Applications endossa as declarações de Gavin.
Esse ganho na web norte-americana, porém, não salva os números finais no plano global, em que o IE registrou queda de 0,26 pontos percentuais e aterrissou no patamar mais baixo já registrado: 59,7%. O navegador Chrome e o browser escandinavo Opera, aceleraram na corrida às custas dos donos do pedaço IE e do Firefox.
Ao final de maio o Chrome respondia por 7,05% dos browsers que chegaram aos 40 mil sites monitorados pela californiana Net Applications. O Opera registrou um ganho de 0,13 pontos – de longe sua melhor performance nos últimos oito meses – galgando o melhor lugar até então; na casa dos quase 2,5%.
O avanço de 0,3 pontos percentuais do Chrome representa o menor ganho desde agosto do ano passado e destoa sensivelmente da média de crescimento trimestrais e anuais estabilizada em meio ponto.
O Firefox, por sua vez, sentiu novamente o efeito da gravidade e caiu mais 0,24%. Em números globais, a participação do browser Mozilla registrou 24,35% e coroou o mês de maio com a quarta queda nos últimos seis meses. Somente março e abril foram positivos para o sucessor do Netscape e colocaram um pouco de vento nas velas do navegador, frouxas desde novembro de 2009. No final das contas, o Firefox encontra-se hoje com a mesma fatia do bolo registrada em janeiro de 2010.
Os 25% de participação, antes considerados intocáveis pelo Firefox, representam hoje uma meta a atingir. O executivo da Net Applications, Vince Vizzaccaro, disse em abril deste ano que o Firefox estava mantendo firmemente sua posição; ocorre que os ganhos realizados até aquela altura estão, agora, sendo devorados pelo Chrome.
A Microsoft questiona essa voracidade por parte do software Google.
“A versão 8 do IE ainda é a preferida dos internautas”, defende Gavin. Segundo o executivo, O IE8 cresceu 2,5 vezes mais rápido que seus competidores. Para chegar a essa conclusão, Gavin comparou o crescimento de 0,81% do software da Microsoft aos 0,32 pontos de expansão no uso do Chrome.
De fato. O IE8 encerrou o mês de maio com mais de um terço, 35,38% para ser preciso, de share no acesso à web nos EUA. Em segundo lugar, com 16,75 pontos, vem a versão 7 do navegador padrão do Windows. A medalha de bronze ficou com o Firefox e seus 13%. A melhor colocação alcançada pelo browser do Google foi a oitava posição dividida entre as versões 4.1 e 5.0 (recém batizado de “estável”) com 3,52 e 0,76%, respectivamente.
Vizzaccaro anunciou em um email de ontem (1/6) que “A Microsoft está muito bem nos EUA.”
“O crescimento do IE8 é certamente devido à expansão registrada pelo sistema Windows7”, responde o executivo quando indagado sobre as causas do avanço dos browsers da plataforma IE nos EUA. Gavin reforça a liderança do navegador, ao dizer que jamais houve tamanha liberdade na opção de browsers, e que, inclusive na Europa, onde aos usuários foi concedida uma liminar para substituição do navegador padrão do sistema MS, o IE8 vai muitíssimo bem, obrigado.
“Crescemos (IE8) meio ponto percentual no mês passado”, comemora.
Outra missão crítica de Gavin, na Microsoft, é a de varrer o vovô IE6 do mapa. O executivo afirma que esta tarefa anda a todo vapor no velho continente. Novamente Gavin subsidia esse sucesso e atribui ao Windows7 (o primeiro a vir com a instalação do IE8 por default), no mercado desde outubro de 2009.
A cruzada da MS contra a versão 6 do Internet Explorer traz resultados mais palpáveis nos EUA, onde o navegador de quase nove anos atrás participou com 6,74% dos browsers registrados pela Net Applictaions. Em números globais o browser de museu manteve uma média 17,13 pontos.
Os dois nichos responsáveis pelo suprimento de oxigênio do IE6 são empresas reféns de aplicativos web essenciais e usuários de mercados emergentes, países pobres, que, afetados pela crise, atrasaram a atualização dos recursos de TI e, consequentemente, postergam a atualização para o Windows7.
Gavin diz estar trabalhando muito, mas muito mesmo, na questão da erradicação do IE6. “Nesse processo estamos envolvendo os parceiros e desenvolvedores”. Na AL foi iniciada a campanha “Adios IE6”.
Uma campanha similar está em ação na Austrália, onde se compara o IE6 a leite azedo. “Você beberia leite de nove anos atrás? Então por que usa um browser dessa idade?”, questiona a campanha enquanto exibe uma embalagem datada de agosto de 2001 (data de nascimento do navegador).
Em quinto lugar na selva cibernética encontramos o Safari da Apple, proprietário de 4,77 pontos em nível global e em regime de engorda (em maio ele ganhou meio décimo de ponto percentual). Nos EUA o navegador de Steve Jobs obteve 10,38% na última aferição.
FONTE/AUTOR: Computerworld
Microsoft reforça campanha para o abandono do Internet Explorer 6
by Fabio on May.18, 2010, under Internet, Microsoft, Navegadores
Em bem-humorada imagem, empresa diz que o navegador está com a “data de validade vencida”
“Você não beberia um leite que tem 9 anos de idade. Então por que usar um navegador com 9 anos de idade?”. É com essa mensagem bem-humorada, escrita em uma caixa de leite, retratada no site da divisão australiana da Microsoft, que a empresa tenta convencer os usuários a abandonarem de vez o Internet Explorer 6.
Há quase um ano, a companhia vem incentivando os usuários retardatários a parar de usar o browser. Ela já patrocinou diversas pesquisas em parcerias com empresas de segurança, indicando que o IE6 pode apresentar sérios riscos de ataques por parte de hackers. No ano passado, por exemplo, crackers usaram uma vulnerabilidade no navegador para roubar informações confidenciais no Google e outras dezenas de grandes empresas de tecnologia.
Além disso, alguns dos mais importantes sites da internet como o Google (YouTube e Gmail), Facebook e Digg, anunciaram que deixarão de dar suporte ao IE6. E em março deste ano, uma empresa de design em Denver (EUA) organizou um funeral simulado para o navegador. A Microsoft, inclusive, mandou uma coroa de flores, com um cartão que dizia: “Obrigado pelos bons momentos”.
Não se sabe se os usuários têm ouvido os apelos da empresa ou porque milhões foram migrados para o Windows 7 – e, consequentemente, o IE 8 – mas o fato é que o percentual de pessoas que usam o IE6 tem caído desde agosto de 2009. Segundo dados da NetApplication, a participação do navegador diminuiu de 25,3% para 17,3% nos últimos nove meses, o que equivale a uma queda de quase 30%.
No entanto, muitos consideram essa campanha pelo abandono do IE6 algo enganoso. Isso porque seu prazo de validade real será em 8 de abril de 2014, quando ele finalmente se aposenta com o também “idoso” Windows XP. Após esse data, a Microsoft não lançará atualizações de segurança para ambos.
As pessoas que desejam continuar utilizando o IE6 devem atualizar o Windows XP com o pacote de atualizações Service Pack 3 (SP3). Com isso, elas continuarão a receber patches de segurança depois do dia 13 de julho de 2010. O IE8 será o browser derradeiro para os usuários do XP, uma vez que o IE9 – próxima geração do navegador e que está nos estágios iniciais de desenvolvimento – não será compatível com esse sistema.
FONTE/AUTOR: Por Gregg Keizer para Computerworld
Market share do Internet Explorer cai para menos de 60%
by Renato on May.06, 2010, under Internet, Navegadores
De acordo com a Net Applications, a participação de mercado (market share) do Internet Explorer em abril foi de 59,95%, um desastre para os planos de dominação mundial de navegadores. A última vez que o IE esteve tão mal foi em 1999, quando o browser da vez da Microsoft era o IE4. O que está rolando?
Em uma palavra: Chrome. O navegador rapidinho do Google continuou a sua escalada em market share no último mês, e ele sozinho é responsável por quase todos os 9% de participação que o IE perdeu desde a introdução do IE8 em março do último ano. (O Chrome também é a razão pela qual o Firefox parece ter estacionado para sempre abaixo dos 25% – ele teve 24,59% de market share no último mês).
A Microsoft aposta no Internet Explorer 9, o navegador rápido e amigo do HTML 5 que será lançado no fim do ano, para renovar o interesse na sua família de browsers. Mas com o Chrome sem demonstrar sinais de cansaço e os seguidores do Firefox continuando leais como sempre, alterar essa tendência de queda do Internet Explorer parece cada vez mais difícil.
Fonte Gizmodo Autor: Kyle VanHemert
O Google vai mudar; veja as diferenças
by Renato on May.06, 2010, under Buscador, Google, Internet, Navegadores
Barra lateral organiza os resultados das pesquisas.
Algoritmo de buscas teve mais de 550 melhorias ao longo de 2009.
A partir desta quinta-feira (6) e até o início da outra semana, o serviço de buscas do Google mudará seu visual e apresentará mais possibilidades de pesquisas para os usuários. As novidades começam pelo logotipo da empresa, mais simplificado, e se estendem à novas opções para encontrar quase tudo o que se deseja no site.
A mudança é fruto de atualização no algoritmo da empresa , que teve mais de 550 melhorias ao longo de 2009. A ideia com a novidade é oferecer diferentes formas de se realizar uma busca no mesmo lugar. Para isso, haverá uma barra na lateral esquerda da tela que oferecerá outras opções para encontrar algo relacionado à busca. Na opção “Tudo”, o usuário terá acesso a tudo o que for encontrado na internet. A mesma palavra pode ser procurada ao se clicar na opção imagens, vídeos, livros, notícias, blogs, atualizações, mapas e discussões, que serão apresentadas na mesma página.
Google muda para organizar as buscas dos usuários. Barra lateral é a novidade. (Foto: Divulgação)
A busca por imagens apresenta traz um refinamento ainda maior. Ao buscar um sapato de uma determinada marca, é possível pedir por fotos apenas com modelos da cor vermelha, por exemplo. Também pode-se solicitar, no caso da procura de imagens de uma personalidade, que as fotos relacionadas sejam apenas do rosto da pessoa. Ainda pode-se solicitar que a imagem seja um clipart ou um desenho feito à mão.
O usuário pode solicitar que o Google apresente notícias relacionadas ao que ele procura. Elas podem ser filtradas por mais recentes ou por dia, semana e mês. O algoritmo ainda mostrará o que está acontecendo em tempo real, inclusive no Twitter, como já acontece atualmente. Um gráfico mostra a quantidade de buscas sobre o tema ocorreram nas últimas horas. Acessar sites de compras ou pesquisar sobre livros seguem o mesmo padrão.
A pesquisa por imagens do Google permite até que se escolha as fotos pela cor. (Foto: Divulgação)
Ao pé da barra lateral haverá uma seção chamada “Something different” ou “algo diferente”, em tradução literal. Ela mostrará opções de pesquisa diferentes relacionadas ao mesmo tema que o usuário procura. No caso de pesquisar sobre a banda Rolling Stones, como ocorreu na demonstração do serviço, esta seção apresenta outras bandas do mesmo gênero musical como Led Zeppelin e Pink Floyd. O usuário precisa apenas clicar no nome delas para iniciar uma nova pesquisa. Em um primeiro momento, esta opção estará disponível apenas em inglês.
Inicialmente, as novidades estarão presentes em 37 línguas, incluindo o português brasileiro, facilitando o uso do site.
Fonte: G1
Microsoft lança nova versão de testes do IE9
by Fabio on May.05, 2010, under Microsoft, Navegadores
Desenvolvedores e interessados já podem testar a segunda versão da Plataform Preview do navegador InternetExplorer 9.
Liberada pela Microsoft nesta quarta-feira, 05, a nova versão foca nos testes de desempenho em aplicativos como a nova linguagem HTML 5, o navegador Flip e o Flickr Explorer.
Por enquanto, o cronograma de lançamento dos previews está sendo levado ao pé da letra pela companhia. O primeiro modelo foi apresentando ao público no mês de março – outra versão deve ser lançada daqui a oito semanas.
Para fazer parte da equipe de testes do browser, clique AQUI.
FONTE/AUTOR: Olhar Digital
Como a Google vê o futuro?
by Renato on Apr.19, 2010, under Banda Larga, Celulares, Google, Impressão, Internet, Navegadores, Software, Telefonia
Comecem a se preparar para uma nova geração serviços digitais ainda mais úteis e simples, que serão criados a partir do maior poder de armazenamento e de processamento, da banda larga e da facilidade de acesso, principalmente diante dos avanços da mobilidade, que vêm potencializando o uso da internet. Em síntese, foi esse o recado da Google aos jornalistas latino-americanos, essa semana, durante a terceira edição do Google Press Summit, encerrada ontem, em Buenos Aires.
Ao contrário edições das anteriores, sempre coroadas por grandes anúncios _ em 2009 houve a apresentação antecipada do Google Wave _ esta deixou a desejar no quesito notícias. Um lançamento na área de buscas, previsto para sexta-feira, 16/04, foi adiado por algumas semanas. Talvez por conta da reação de Wall Street aos resultados do primeiro trimestre, anunciados na véspera… O que os googlers negam, categoricamente. “Anúncios, aqui, são totalmente determinados pela área de engenharia. Não pelo marketing. Nem pelos acionistas”, me garantiu um deles, em off.
Mas felizmente, mantendo a tradição de eventos anteriores, o que faltou em notícias sobre lançamentos recentes (o Android no ano passado; e o Google Could Print este ano), sobrou em revelações sobre tentências tecnológicas e sobre recursos que vamos poder usar nos próximos meses ou anos.
Buscas
Ben Gomes, um dos oito Distinguished Engineers da Google (categoria com liberdade para fazer o que der na telha), foi o arauto das boas novas na área de buscas. Caberia a ele anunciar o tal lançamento, adiado, e sobre o qual não deu muitas pistas. Em compensação, não economizou em visões do futuro (clique nas imagens desta página para ter acesso aos vídeos).
Melhorar as buscas a partir de textos, voz e imagens, tornando todas as formas de busca muito simples e ágeis, é a meta da Google.
No curto prazo isso se traduz, para as buscas a partir de texto, em novos recursos para o Google Suggest. Alguns deles já disponíveis a partir de hoje, apenas para os Estados Unidos, como a sugestão de palavras por região metropolitana, tornando-a bem mais local. Quem busca por bart em São Francisco, por exemplo, pode não estar procurando por Bart Simpson, mas provavelmente por Bay Area Rapid Transit. E também a correção ortográfica para nomes próprios. Já a correção ortográfica automática para palavras em geral está disponível desde hoje para mais 31 países, incluindo o Brasil. No caso de palavras usadas com grande frequência para buscas, direto da caixa de entrada. No caso das mais incomuns, como inconstitucionalissimamente, através da inscrição “Você quis dizer: inconstitucionalissimamente” como primeira opção dos resultados da busca. São todos recursos que também facilitarão o uso do Google Suggest em celulares.
Os resultados em tempo real para as buscas de textos também estão sendo incrementados, dia após dia. Desde esta semana já é possível ver como as pessoas reagiram a um determinado tema no Twitter. Para experimentar esse recurso, vá para o site da ferramenta de busca em inglês, clique no link “Show Options” que aparece na na página de resultados de pesquisa e selecione a opção “Updates” no menu lateral. Você verá um novo gráfico no topo da página, será capaz de ajustar o intervalo de tempo dos tweets que gostaria de ver, a partir de de 11 de fevereiro de 2010 e, em breve, a partir do primeiro dia do serviço, em 21 de março de 2006.
No médio prazo, as buscas a partir de texto serão ainda mais sensíveis ao contexto. E as sugestões não serão apenas de termos de buscas com grafia devidamente corrigida, mas também de informações. A busca por uma cidade, por exemplo, poderá trazer ainda durante a digitação do nome da cidade na caixa de buscas a previsão do tempo, no dia, e o mapa da cidade.
Outras ideias para melhorar a experiência de pesquisa por texto, especialmente nos celulares, já estão em teste. É o caso das opções para uso de atalhos de teclado para selecionar o próximo resultado ou o resultado anterior, abrir um resultado selecionado, levar ou retirar o cursor para a na caixa de pesquisa, etc.
Já as possibilidades de buscas usando a voz estão apenas no início, segundo Ben. E combinadas com a possibilidade de geolocalização, através do endereço IP do aparelho, poderão gerar resultados rápidos, georreferenciados, para localização de restaurantes, pontos comerciais, bancos, pontos turísticos, etc. O mesmo acontecerá com buscas a partir da imagens, muito semelhante ao que acontece hoje com aplicações de realidade aumentada, mas de forma bem mais simples. O primeiro passo nesse sentido já foi dado, com o Google Goggles, disponível hoje para celulares Android.
Assim como a busca por voz, o Google Square, para dados estruturados, também está apenas no seu início. Pode mudar completamente nos próximos anos, segundo Ben.
“Queremos que o usuário tenha acesso a todas as informações e que elas sejam encontradas imediatamente, assim que estiverem disponíveis. E queremos que esse acesso seja da forma mais relevante”, afirma Ben.
Vídeo
O YouTube é outro dos serviços da Google que passará por mudanças para facilitar a produção de vídeos por parte dos usuários e sua visualização na tela das TVs. Para isso a empresa vem estreitando relações com fornecedores de hardware.
Produtores de câmeras digitais e fabricantes de aparelhos móveis como a Nokia e a Motorola, são algumas empresas que já trabalham com a equipe da Google no uso das APIs do Youtube para upload de vídeo. “A ideia é fazer algo semelhante com o que fizemos com o iPhone, com aplicativos embarcados não só para visualização como para upload direto do vídeo para o YouTube”, disse Francisco Varela, gerente de Parcerias Estratégicas para YouTube. No iPhone 3GS, esse envio direto para o Youtube já é possível.
Da mesma forma, o pessoal da Google vem trabalhando com os fabricantes de chips para conversores e televisores, para melhorar a experiência do usuário na visualização de conteúdos disponíveis no YouTube. “Flash requer um poder de processamento bem maior do que esses chips são capazes de fazer hoje. Por isso, precisamos otimizar o Youtube para rodar processadores atuais, enquanto eles trabalham em produtos mais poderosos”, explica Varela. Parte desta otimização pode ser vista deste o ano passado no portal youtube.com/XL, já disponível a partir de aparelhos da LG, Samsung, Sony, Philips e Panasonic, entre outras.
Publicidade nos vídeos vistos nos celulares é outra das metas para 2010. A Google espera que, com isso, um número maior de vídeo possa estar disponível a partir das plataformas móveis. Outra novidade prevista para este ano é o lançamento de uma nova versão, chamada Pluna, para países com conexão internet de baixa velocidade
Fonte Idgnow
Google se mexe para permitir impressões a partir da nuvem
by Renato on Apr.16, 2010, under Banda Larga, Eletrônicos, Google, Impressão, Internet, Navegadores
O Google deu a entender o seu desejo de colocar tudo — inclusive a impressão — na nuvem quando anunciou o Chrome OS no ano passado. Hoje eles deram o primeiro passo para isso com o Google Cloud Print: uma visão do ecossistema de impressão da web, mobile e desktop sem drivers. Você seria capaz de imprimir um documento a partir de qualquer aparelho conectado, usando qualquer impressora do mundo.

É um projeto que está em seu início, mas o Google já anunciou APIs para dar início à coisa. E não é nenhuma visão tão exagerada, dada a capacidade do Google de operar na nuvem. A maior questão seria o porquê deles sentirem a necessidade de fazer isso, quando a maior parte das vezes que você vai sentir necessidade de imprimir alguma coisa vai ser na sua própria casa. Junte a isso as tradicionais questões de privacidade envolvidas sempre que algo pessoal seu passa pelos servidores de outra empresa sem necessidade e o resultado é um truque de festa interessante, mas sem muita utilidade aparente. Mas veremos quanto a isso quando o projeto estiver melhor desenvolvido
Fonte Gizmodo Por Brian Barrett
Competição ‘Pwn2Own’ ajuda a derrubar mitos sobre segurança
by Fabio on Apr.06, 2010, under Internet, Navegadores, Pwn2Own, Software
É necessário cuidado ao se avaliar os resultados do evento.
Em Vancouver, apenas o Chrome não foi invadido pelos competidores.
competição de segurança Pwn2Own foi realizada pela primeira vez em 2007 e ocorre anualmente desde então. Abrigada pela conferência Pwn2Own em Vancouver, no Canadá, e organizada pelo projeto Zero Day Initiative (ZDI) da TippingPoint, ela incentiva especialistas a explorarem brechas em sistemas operacionais e navegadores web.
Quem conseguir a façanha leva o computador invadido, um prêmio em dinheiro e outras regalias. Neste ano, “caíram” na competição os computadores com Windows 7 com os navegadores IE8 e Firefox, o MacOS X com Safari e também o iPhone 3GS. Mas será que o resultado da competição indica que esses softwares são inseguros? Confira a análise da coluna Segurança para o PC.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), vá até o fim da reportagem e deixe-a na seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
Não é correto observar apenas os resultados da competição para encontrar algum significado. É preciso considerar o todo e entender como a competição ocorreu. Aí se percebe que os sistemas que ficaram “impenetráveis” nem mesmo foram atacados, que poucas pessoas participaram da competição e que, portanto, ela não foi abrangente o suficiente.
Falta de competidores
Todos os participantes da competição foram vencedores. A Pwn2Own 2010 foi bem diferente da Pwn2Own 2007 – a primeira edição –, em que os competidores correram contra o tempo para conseguir encontrar uma brecha ou uma maneira de explorá-la. Especialistas previram que se a competição fosse novamente realizada, a tendência seria a de que os competidores chegariam à competição com o código pronto e testado, bastando executá-lo para vencer. E essa é exatamente a situação hoje.
Quem venceu em qual computador foi questão da ordem na qual competiram que foi definida por sorteio. Um pesquisador anônimo iria tentar o iPhone, por exemplo, mas o celular da Apple foi invadido antes pela dupla Vincenzo Iozzo e Ralf Philipp Weinmann.
Charlie Miller ficou com o Safari no MacOS X, vencendo pelo terceiro ano consecutivo no Mac. Nils também iria competir no Safari, mas não pode fazer isso após a vitória de Miller. Ele então ficou com o Firefox no Windows 7. Peter Vreugdenhil invadiu o IE8 no Windows 7, também tomando o lugar de um pesquisador conhecido como MemACCT.
Só não venceu, portanto, quem não pode participar. Alguém iria tentar invadir um Nokia rodando Symbian, mas o competidor sumiu.
Tudo isso aconteceu no primeiro dia. No segundo e no terceiro dia, ninguém apareceu para competir.
Ficaram “de pé” na competição o PC com Windows e Chrome, do Google, o HTC Nexus One com o sistema operacional Android, um BlackBerry e um Nokia com o sistema Symbian. Mas o detalhe é que nenhum deles foi atacado.
Sobre a sobrevivência do Chrome, a ZDI disse que o resultado não indica que o navegador é mais seguro. O fato é que ninguém quis participar. A empresa teria informações de que especialistas estavam cientes de falhas no navegador, mas decidiram não utilizá-las.
É preciso considerar, portanto, que os sistemas que não foram comprometidos na verdade nem foram atacados. Faltou qualquer interesse.
Igualdade de condições
Por outro lado, a Pwn2Own coloca todos os sistemas em condição de igualdade. Não importa qual tem mais relevância no mercado ou qual a remuneração no submundo por invadir aquele sistema. Na Pwn2Own, o prêmio e as regras são sempre as mesmas.
A maior prova disso são os Macs. Na primeira competição, em que apenas Macs estavam disponíveis, o computador já foi invadido por meio de uma brecha descoberta por Dino Dai Zovi. Desde então, o computador com Mac foi invadido em todas as edições seguintes, sempre pelo pesquisador de segurança Charlie Miller.
A situação dos Macs na web, porém, difere dessa mostrada pela competição. Não se tem notícia de nenhuma exploração massiva de brechas no MacOS X. Isso, ainda, é um “privilégio” do Windows, por mais que a exploração de falhas no sistema da Microsoft seja, hoje, mais complexa que no Mac. Entre todas as vulnerabilidades usadas na Pwn2Own, a mais complexa foi a do Internet Explorer 8 no Windows 7, na qual o pesquisador usou técnicas avançadas para burlar as proteções do sistema e do navegador.
Se brechas existem e são de fácil exploração, como mostra a competição, é certo que existe uma questão de segurança que não é simples mérito do sistema. Há outros fatores envolvidos para que essas vulnerabilidades não sejam exploradas.
Mas se nada acontece mesmo na competição, isso significa que até a igualdade de condições não é suficiente para criar interesse para esses sistemas. Às vezes, uma brecha vale muito para ser usada em uma competição. Porque na Pwn2Own, os detalhes técnicos de cada falha passam a pertencer ao ZDI, que organiza o evento. Sendo assim, um pesquisador não pode usar uma falha sem vendê-la – e isso nem sempre é desejado.
Indicação é ambígua
Devido a esses fatores, é difícil avaliar os resultados da competição. É certo que ela derruba alguns conceitos. Por exemplo, é possível constatar que o MacOS X tem brechas que podem ser exploradas para a instalação de vírus via Safari sem interação do usuário, além da visita a um site; os resultados de quatro edições já apontam isso.
Mas ainda não se sabe se o Chrome é realmente seguro ou se apenas não foi atacado.
Em outras palavras, há algo que se pode tirar dos resultados positivos, desde a complexidade da brecha no Internet Explorer, à velocidade de correção do Firefox – a brecha usada na competição foi corrigida na versão 3.6.3, já disponível. Mas é muito complicado tirar alguma conclusão a respeito do que não foi atacado.
Se o celular da Nokia com Symbian não foi invadido na competição, ainda vale lembrar o fato de que o Symbian é a plataforma preferida pelos vírus de celular, por exemplo.
Por esses motivos, a Pwn2Own não deve ser entendida como uma avaliação completa da segurança dos sistemas, mas sim de fatos isolados de sua segurança. Também é importante considerar não apenas resultados, mas o processo inteiro, onde estarão detalhes como a ausência de competidores.
A coluna Segurança para o PC de hoje fica por aqui. Volto quarta-feira (7) com o pacotão de respostas. Até lá, deixe sua dúvida na área de comentários, logo abaixo. Todos os comentários são lidos e considerados para o pacotão.
FONTE/AUTOR: Altieres Rohr para o G1
Nova onda de ataques atinge versões 6 e 7 do Internet Explorer
by Fabio on Mar.24, 2010, under Internet, Microsoft, Navegadores
Na semana passada, a AVG registrou cerca de 30 mil ataques por dia, segundo informou o pesquisador chefe da empresa de segurança, Roger Thompson. “Não se trata de um ataque massivo, mas de uma ação bem agressiva”. Segundo ele, ao que tudo indica, os ataques vêm sendo feito por duas cirbergangues. A primeira a utiliza para instalar um antivírus falso no PC, enquanto o segundo grupo instala uma variante do trojan Sinowal.
FONTE/AUTOR: Robert McMillan do IDG News Service
Microsoft libera prévia do Internet Explorer 9
by Fabio on Mar.17, 2010, under Internet, Microsoft, Navegadores, Software
Versão inicial do novo navegador é voltada para desenvolvedores.
Amostra do IE9 não roda em Windows XP, apenas em Vista SP2 e 7.
A Microsoft liberou uma prévia do Internet Explorer 9, voltada para desenvolvedores, que já está disponível na web. Essa versão inicial da próxima geração do popular navegador da companhia conta com motor Chakra e não traz interface de usuário completa (falta até mesmo um botão “voltar”). A prévia do IE 9 também não roda em Windows XP; só funciona em máquinas a partir do Windows Vista SP2.
FONTE/AUTOR: G1



