Banda Larga
Para Idec, banda larga no Brasil é cara e lenta
by Fabio on Jul.19, 2010, under Banda Larga
O brasileiro paga caro pela internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que é oferecido. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. "A internet no Brasil é cara, lenta e restrita", ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, responsável pela pesquisa. Na visão do instituto, a concorrência "quase inexistente" é a principal vilã para os preços da banda larga no mercado brasileiro.
Para ter internet rápida em casa, o brasileiro paga em média US$ 28 por mês, valor que chega a 4,58% da renda per capita no País, segundo o Idec. Nos EUA, o valor é de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos e, na França, é de 1,02%. Além disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro não recebe um bom serviço. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tráfego da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo.
A pesquisa mostra que a velocidade média é de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade média da Coreia do Sul, líder do ranking. Além disso, 20% das conexões no País têm velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade mínima estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entre 1,5 e 2 Mbps.
O Idec aponta ainda diversas deficiências de qualidade na prestação do serviço aos clientes. A principal queixa do órgão de defesa do consumidor é em relação à variação da velocidade, pois a maioria das empresas só se compromete a entregar um porcentual mínimo de conexão. Segundo o Idec, o site e o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ajato, por exemplo, nada falam sobre o problema. E o contrato prevê que a operadora não se responsabiliza pelas diferenças de velocidade em decorrência de fatores externos.
Na Net, o site e o SAC nada falam sobre variação de velocidade. Mas o contrato prevê que a velocidade máxima ofertada em cada uma das faixas é de até 10% da indicada. No caso da Telefonica, o site não fala sobre variação de velocidade e o SAC informa que a velocidade pode variar. O contrato, por outro lado, prevê que as velocidades estão sujeitas a variações.
O site da GVT não informa sobre variação de velocidade. O SAC informa que há pouca variação de velocidade e o contrato prevê que algumas velocidades máximas são garantidas apenas para o acesso à rede da GVT. A Oi, segundo o Idec, também não dá informações sobre variação de velocidade no site da empresa. Seu SAC informa que a velocidade é sempre a mesma, em qualquer horário, e o contrato, por outro lado, prevê que as faixas de velocidade não são garantidas.
Outro lado
Procurada, a GVT informou que sua proposta de valor é oferecer "o melhor custo-benefício do mercado". A Telefônica informou que "tem compromisso com a garantia da qualidade na oferta e prestação do serviço de banda larga, seja com a marca Speedy, seja com a marca Ajato". A Oi informou que "os custos incorridos na prestação do Oi Velox (…) são diferenciados por localidade". Já a Net disse que "garante em contrato o mínimo de 10% da velocidade contratada, e não apenas 10%".
FONTE/AUTOR: KARLA MENDES para Agencia Estado
Anatel testa a qualidade da banda larga fixa no Brasil
by Renato on May.12, 2010, under Banda Larga, Internet
Agência quer saber se velocidade corresponde à prometida pelas operadoras.
Testes estão sendo feitos em residências de SP, RJ e mais seis capitais.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está realizando testes para medir a qualidade da banda larga fixa no Brasil. A agência quer saber, por exemplo, se a velocidade da conexão corresponde àquela prometida pelas operadoras. Os testes começaram em março e estão sendo feitos em 160 residências nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Brasília.
De acordo com a Anatel, participam dos testes as prestadoras Telefônica, Oi, GVT e NET, selecionadas com base na participação de mercado na oferta da banda larga fixa. A agência informou ainda, em nota divulgada nesta terça-feira (11), que até o fim do ano emitirá um relatório sobre o resultado dos testes, que estão sendo feitos em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Comitê Gestor da Internet (CGI.Br).
O objetivo da agência é melhorar a qualidade do serviço, que recebe várias reclamações sobre velocidade, demora para estabelecer conexão, queda frequente dos serviços e perda de pacotes de dados. Esses itens também serão avaliados nos testes, que estão sendo feitos por meio de equipamentos instalados na casa dos participantes voluntários da amostragem.
A banda larga fixa tem no Brasil, segundo dados das empresas de telecomunicações, cerca de 12 milhões de assinantes. O número é o mesmo na banda larga móvel, que também tem 12 milhões de clientes, que recebem os serviços pelas redes da telefonia celular. A Anatel vem preparando uma atualização do regulamento da banda larga fixa, que deverá estabelecer inclusive um limite mínimo de variação entre a velocidade contratada e a efetivamente entregue, além de uma relação de direitos dos usuários dos serviços. Ainda não há previsão de quando este regulamento entrará em vigor.
Fonte: G1
Como a Google vê o futuro?
by Renato on Apr.19, 2010, under Banda Larga, Celulares, Google, Impressão, Internet, Navegadores, Software, Telefonia
Comecem a se preparar para uma nova geração serviços digitais ainda mais úteis e simples, que serão criados a partir do maior poder de armazenamento e de processamento, da banda larga e da facilidade de acesso, principalmente diante dos avanços da mobilidade, que vêm potencializando o uso da internet. Em síntese, foi esse o recado da Google aos jornalistas latino-americanos, essa semana, durante a terceira edição do Google Press Summit, encerrada ontem, em Buenos Aires.
Ao contrário edições das anteriores, sempre coroadas por grandes anúncios _ em 2009 houve a apresentação antecipada do Google Wave _ esta deixou a desejar no quesito notícias. Um lançamento na área de buscas, previsto para sexta-feira, 16/04, foi adiado por algumas semanas. Talvez por conta da reação de Wall Street aos resultados do primeiro trimestre, anunciados na véspera… O que os googlers negam, categoricamente. “Anúncios, aqui, são totalmente determinados pela área de engenharia. Não pelo marketing. Nem pelos acionistas”, me garantiu um deles, em off.
Mas felizmente, mantendo a tradição de eventos anteriores, o que faltou em notícias sobre lançamentos recentes (o Android no ano passado; e o Google Could Print este ano), sobrou em revelações sobre tentências tecnológicas e sobre recursos que vamos poder usar nos próximos meses ou anos.
Buscas
Ben Gomes, um dos oito Distinguished Engineers da Google (categoria com liberdade para fazer o que der na telha), foi o arauto das boas novas na área de buscas. Caberia a ele anunciar o tal lançamento, adiado, e sobre o qual não deu muitas pistas. Em compensação, não economizou em visões do futuro (clique nas imagens desta página para ter acesso aos vídeos).
Melhorar as buscas a partir de textos, voz e imagens, tornando todas as formas de busca muito simples e ágeis, é a meta da Google.
No curto prazo isso se traduz, para as buscas a partir de texto, em novos recursos para o Google Suggest. Alguns deles já disponíveis a partir de hoje, apenas para os Estados Unidos, como a sugestão de palavras por região metropolitana, tornando-a bem mais local. Quem busca por bart em São Francisco, por exemplo, pode não estar procurando por Bart Simpson, mas provavelmente por Bay Area Rapid Transit. E também a correção ortográfica para nomes próprios. Já a correção ortográfica automática para palavras em geral está disponível desde hoje para mais 31 países, incluindo o Brasil. No caso de palavras usadas com grande frequência para buscas, direto da caixa de entrada. No caso das mais incomuns, como inconstitucionalissimamente, através da inscrição “Você quis dizer: inconstitucionalissimamente” como primeira opção dos resultados da busca. São todos recursos que também facilitarão o uso do Google Suggest em celulares.
Os resultados em tempo real para as buscas de textos também estão sendo incrementados, dia após dia. Desde esta semana já é possível ver como as pessoas reagiram a um determinado tema no Twitter. Para experimentar esse recurso, vá para o site da ferramenta de busca em inglês, clique no link “Show Options” que aparece na na página de resultados de pesquisa e selecione a opção “Updates” no menu lateral. Você verá um novo gráfico no topo da página, será capaz de ajustar o intervalo de tempo dos tweets que gostaria de ver, a partir de de 11 de fevereiro de 2010 e, em breve, a partir do primeiro dia do serviço, em 21 de março de 2006.
No médio prazo, as buscas a partir de texto serão ainda mais sensíveis ao contexto. E as sugestões não serão apenas de termos de buscas com grafia devidamente corrigida, mas também de informações. A busca por uma cidade, por exemplo, poderá trazer ainda durante a digitação do nome da cidade na caixa de buscas a previsão do tempo, no dia, e o mapa da cidade.
Outras ideias para melhorar a experiência de pesquisa por texto, especialmente nos celulares, já estão em teste. É o caso das opções para uso de atalhos de teclado para selecionar o próximo resultado ou o resultado anterior, abrir um resultado selecionado, levar ou retirar o cursor para a na caixa de pesquisa, etc.
Já as possibilidades de buscas usando a voz estão apenas no início, segundo Ben. E combinadas com a possibilidade de geolocalização, através do endereço IP do aparelho, poderão gerar resultados rápidos, georreferenciados, para localização de restaurantes, pontos comerciais, bancos, pontos turísticos, etc. O mesmo acontecerá com buscas a partir da imagens, muito semelhante ao que acontece hoje com aplicações de realidade aumentada, mas de forma bem mais simples. O primeiro passo nesse sentido já foi dado, com o Google Goggles, disponível hoje para celulares Android.
Assim como a busca por voz, o Google Square, para dados estruturados, também está apenas no seu início. Pode mudar completamente nos próximos anos, segundo Ben.
“Queremos que o usuário tenha acesso a todas as informações e que elas sejam encontradas imediatamente, assim que estiverem disponíveis. E queremos que esse acesso seja da forma mais relevante”, afirma Ben.
Vídeo
O YouTube é outro dos serviços da Google que passará por mudanças para facilitar a produção de vídeos por parte dos usuários e sua visualização na tela das TVs. Para isso a empresa vem estreitando relações com fornecedores de hardware.
Produtores de câmeras digitais e fabricantes de aparelhos móveis como a Nokia e a Motorola, são algumas empresas que já trabalham com a equipe da Google no uso das APIs do Youtube para upload de vídeo. “A ideia é fazer algo semelhante com o que fizemos com o iPhone, com aplicativos embarcados não só para visualização como para upload direto do vídeo para o YouTube”, disse Francisco Varela, gerente de Parcerias Estratégicas para YouTube. No iPhone 3GS, esse envio direto para o Youtube já é possível.
Da mesma forma, o pessoal da Google vem trabalhando com os fabricantes de chips para conversores e televisores, para melhorar a experiência do usuário na visualização de conteúdos disponíveis no YouTube. “Flash requer um poder de processamento bem maior do que esses chips são capazes de fazer hoje. Por isso, precisamos otimizar o Youtube para rodar processadores atuais, enquanto eles trabalham em produtos mais poderosos”, explica Varela. Parte desta otimização pode ser vista deste o ano passado no portal youtube.com/XL, já disponível a partir de aparelhos da LG, Samsung, Sony, Philips e Panasonic, entre outras.
Publicidade nos vídeos vistos nos celulares é outra das metas para 2010. A Google espera que, com isso, um número maior de vídeo possa estar disponível a partir das plataformas móveis. Outra novidade prevista para este ano é o lançamento de uma nova versão, chamada Pluna, para países com conexão internet de baixa velocidade
Fonte Idgnow
Google se mexe para permitir impressões a partir da nuvem
by Renato on Apr.16, 2010, under Banda Larga, Eletrônicos, Google, Impressão, Internet, Navegadores
O Google deu a entender o seu desejo de colocar tudo — inclusive a impressão — na nuvem quando anunciou o Chrome OS no ano passado. Hoje eles deram o primeiro passo para isso com o Google Cloud Print: uma visão do ecossistema de impressão da web, mobile e desktop sem drivers. Você seria capaz de imprimir um documento a partir de qualquer aparelho conectado, usando qualquer impressora do mundo.

É um projeto que está em seu início, mas o Google já anunciou APIs para dar início à coisa. E não é nenhuma visão tão exagerada, dada a capacidade do Google de operar na nuvem. A maior questão seria o porquê deles sentirem a necessidade de fazer isso, quando a maior parte das vezes que você vai sentir necessidade de imprimir alguma coisa vai ser na sua própria casa. Junte a isso as tradicionais questões de privacidade envolvidas sempre que algo pessoal seu passa pelos servidores de outra empresa sem necessidade e o resultado é um truque de festa interessante, mas sem muita utilidade aparente. Mas veremos quanto a isso quando o projeto estiver melhor desenvolvido
Fonte Gizmodo Por Brian Barrett
Intelig lança banda larga com telefone fixo via rede elétrica em SP
by Fabio on Mar.26, 2010, under Banda Larga, Internet, Telefonia
A Intelig Telecom, incorporada pela TIM, passa a oferecer banda larga e telefonia fixa por meio de fios da rede elétrica do cliente no Estado de São Paulo.
Será utilizada a infraestrutura da AES Eletropaulo Telecom, parceira da empresa no chamado plano “InteligCombo”, em iniciativa pioneira, segundo ela.
A oferta estará disponível primeiramente em Moema, Pinheiros e Jardins, sem previsão para outras regiões –o objetivo é que o projeto seja extendido gradualmente para todo o Brasil.
Os valores do plano completo serão de R$ 84,90 para 5 Mbps, R$ 109,90 para 10 Mbps e R$ 134,90 para 15 Mbps.
No entanto, para os primeiros 350 clientes, até março de 2011, os valores serão de R$ 74,90, para velocidade prometida de 10 Mbps; ou de R$ 124,90 para 15 Mbps.
Para utilizar o serviço, o modem é ligado na tomada, após instalação presencial de técnico.
“A ideia da Intelig é difundir a banda larga através de uma inovação tecnológica aproveitando uma infraestrutura já existente e nunca explorada”, diz Alexandre Torres, diretor comercial da Intelig Telecom.
De acordo com comunicado da empresa, são oferecidas “internet de alta velocidade, ligações locais ilimitadas e gratuitas para outros fixos da Intelig Telecom”.
Chamadas de longa distância nacional com o código 23 da operadora ficam a R$ 0,14 o minuto para telefones fixos até o fim do ano.
FONTE/AUTOR: Folha Online


